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Santa Inquisição: Métodos de tortura

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O que foi a Santa Inquisição?  A Santa Inquisição era formada pelos tribunais da igreja que perseguiam, julgavam e condenavam pessoas acusadas de heresias. Julgamento  Um grupo de monges chegavam nas aldeias e reunia a população na igreja. No Período de Graça os pecadores eram convidados a admitirem a suas heresias, se o pecador se confessasse se livrava das penas mais severas. Quem não aproveitasse o Período de Graça poderia ser denunciado, como a inquisição incentivava o a delação, todos poderiam ser denunciados gerando um pânico nas aldeias, quem fosse acusado era convocado para se defender o tribunal.  O Suspeito era interrogado, o inquisidor-mor dava a sentença final, para arrancar confissões o Santo Ofício (como também era conhecida a Santa Inquisição) colocava espiões no suspeito e além das praticas de tortura. MÉTODOS DE TORTURA A dama de ferro  Sarcofaco de ferro com longos espinhos que se fechava sobre a vítima, os espinhos eram posicion...

Primeira Guerra Mundial

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 A competição entre as nações em busca de mercados e capitais foi um dos fatores responsáveis pelo fim da paz e da estabilidade da Belle Époque . Entre os fatores da guerra podemos destacar os conflitos imperialistas, a política de alianças e a corrida armamentista Conflitos Imperialistas  A Grã-Bretanha foi perdendo a supremacia econômica mundial para o rápido crescimento industrial alemão, o que originou uma intensa rivalidade anglo-germânica. A França nutria um sentimento de revanche por ter perdido ricas regiões para a Alemanha na Guerra Franco-Prussiana em 1870. A briga entre esses países por colonias na África geraram fortes tensões.  Política de Alianças  Por meio de acordos econômicos, políticos e militares, dois blocos foram criados:  Tríplice Aliança  Alemanha (líder) Áustria-Hungria Itália Tríplice Entente Russia França Grã-Bretanha  Esse sistema de blocos tornou-se uma bomba relógio quando as tensões en...

Primeira Guerra Mundial: A face da guerra

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O marinheiro britânico Willie Vicarge teve seu rosto desfigurado por um tiro durante a Batalha de Jutlândia, na Primeira Guerra Mundial. Willie foi submetido as intervenções cirúrgicas de Gillies  Os soldados com o rosto desfigurado são os feridos mais emblemáticos da Primeira Guerra Mundial. Foram 15 mil em 3 milhões de vítimas salvas. Se os amputados e os inválidos inspiraram piedade, os rostos desfigurados, marcados pelos estigmas dos combates, não sem contemplam sem horror.  Cinco desses foram "expostos" em 28 de julho de 1919, na Galeria dos Espelhos , aos dignatários alemães, na ocasião de assinatura do Tratado de Versalhes . De volta a paz muitos deles se encontravam deslocando socialmente. Em junho de 1921, dois feridos com rostos desfigurados fundaram a União dos Feridos na Face e na Cabeça , reconhecida de utilidade publica em 1927. Para arrecadar fundos, uma subscrição foi lançada. A ideia prosperou: a Loteria Nacional foi criada em 1935.

Primeira Guerra Mundial: Brasil, discreta participação

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Imagem: Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro (Rio de Janeiro)  Com os americanos rompendo sua neutralidade, em abril de 1917 , o Brasil logo pendeu para o lado Entente, posição firmemente defendida por Rui Barbosa, a frente da sua Liga de Defesa Nacional, que era obstada pelos muitos germanófilos nos meios castrenses e políticos brasileiros.  A posição do grande tribuno receberia impulso com o afundamento de alguns navios brasileiros por navios alemães. Em abril de, o cargueiro Parana foi torpedeado em Barfleur, na França,causando a morte de três brasileiros e a perda de seu carregamento de cafe, Os alemães teriam disparado contra os náufragos.  O Brasil então declarou em 26 de outubro de 1917 , guerra a Alemanha e ao Império Austro-Húngaro, enviando médico e aviadores para a Europa. Navios brasileiros também foram encarregados do patrulhamento em parte do Atlântico, no Circuito Dacar-São Vicente-Gilbratar. Mas problemas de ordem técnica dos navios...

Primeira Guerra Mundial: As mulheres ocupam as linhas de montagem

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 Homens no front, mulheres no lar  Homens no front, mulheres no lar : esse clichê perdeu todo sentido. Beligerantes tinham necessidade de braços. A guerra acarretou o vertiginoso crescimento da mão de obra industrial feminina (mais de 20% na França em quatro anos, mais de 50% na Inglaterra, mais de 55% na Alemanha). As mulheres proclamavam seu orgulho em combater no que elas chamavam de segundo front. O trabalho na fábrica exigia desembaraço: elas se livraram de suas saias rodadas, espartilhos e corpetes e adotaram o macacão. Aquelas que não fabricavam armas substituíram os homens em postos que até então lhes eram reservados.   Mas a guerra não foi senão um parêntese: em 1919, as combatentes da retaguarda retornaram as suas casas. Na metalúrgica e na indústria elétrica, para tarefas não qualificadas, as operárias conservaram seus empregos, mas a França contariam com tantos indivíduos ativos (7,2 milhões) em 1921 quanto em 1911. Crédito: História Viva

Primeira Guerra Mundial: A Alemanha humilhada

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Primeira Guerra Mundial: A Alemanha humilhada   Como prevê o artigo 231 do Tratado de Versalhes  assinado em 28 de julho de 1919 "Os governos aliados e associados declararam, e a Alemanha reconhece, que a Alemanha e seus aliados são responsáveis, por deles ter sido a causa, por todas as perdas e por todos os prejuízos sofridos pelos governos aliados e associados e seus nacionais em consequência da guerra, que lhes foi imposta pela agressão da Alemanha e seus aliados"  Para os alemães, a injustiça era evidente, pois quase todos estavam convencidos de que conduziram uma legítima guerra de defesa contra o mundo belicoso, até mesmo o inimigo. Evidentemente, as consequências desse tratado da vergonha , como se dizia nos anos 1920, custaram caro à recente República de Weimar, cujos representantes foram expostos aos insultos e aos assassinatos cometidos pelos nacionalistas exacerbados. Entre as principais condições de paz impostas à Alemanha figuraram a amput...

Segunda Guerra Mundial: Os três pracinhas

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Os três pracinhas Contexto histórico      A Segunda Grande Guerra caminhava para seus últimos anos, quando a vitória parecia certa para o Eixo, os Aliados conseguiram virar o jogo. Em 1942 o Brasil entrou na guerra, e em 1944 enviou mais de 25 mil soldados que combateram bravamente os alemães que dominavam a Itália.   A missão da  F.E.B  era avançar e tomar as cidades italianas, para que essas invasões ocorressem de forma segura para o lado dos Aliados foram criados grupos de patrulhamento brasileiro e foram em varias patrulhas que muitos soldados brasileiros morreram. Um desse grandes brasileiros era o  Sargento Max Wolff Filho .       Sargento Max Wolff Filho     O Sargento Max começou sua vida militar em Curitiba no 15 Batalhão  de Caçadores. No ano de 1944 apresentou-se voluntariamente para compor a Força Expedicionária Brasileira (F.E.B), integrando a...